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Doenças e problemas de saúde comuns na raça dobermann

May 14, 2016

 

Todo ser vivo é sujeito à doenças adquiridas, do doença congênita ou hereditária. Algumas são mais comuns à raça Dobermann. Vou aproveitar o texto escrito por Jennifer e Maetê, canil Di Mônaco e Navarra`s que segue abaixo com as devidas fontes:

A DIFERENÇA ENTRE DOENÇAS CONGÊNITAS, GENÉTICAS E HEREDITÁRIAS.

 

As doenças congênitas são aquelas adquiridas antes do nascimento ou até mesmo depois do parto, no primeiro mês de vida, seja qual for a sua causa. Dentre essas doenças, aquelas caracterizadas por deformações estruturais são denominadas usualmente por anomalias ou malformações congênitas. Pode ser produzida por um transtorno durante o desenvolvimento embrionário ou durante o parto. A malformação congênita é uma condição presente ao nascimento. Pode ser definida como qualquer defeito na constituição de algum órgão ou conjunto de órgãos que determine uma anomalia morfológica estrutural presente no nascimento por causa genética, ambiental ou mista.Uma doença genética (ou trastorno genético) é uma condição patológica causada pela alteração do genoma. É aquela doença produzida por alterações no DNA. É como acontece, por exemplo, com a maioria dos cancros (câncer). A doença genética altera o cromossomo, mas não necessariamente se manisfesta; quando isso ocorre, ela é chamada de hereditária.As doenças hereditárias são aquelas doenças genéticas caracterizadas por transmitir-se de geração em geração, isto é, de pais para filhos, na descendência, e que pode ou não se manifestar em algum momento de suas vidas. É importante compreender que doença genética não é sinônimo de doença hereditária. Doença genética é todo e qualquer distúrbio que afete nosso material genético. Portanto, qualquer doença não infecciosa, não contagiosa que afete o material genético, em maior ou menor escala, é uma doença genética.

 

DISPLASIA COXO FEMURAL (DCF)

DCF é a má formação da articulação do osso fêmur com a bacia; dessa forma os membros posteriores não se ajustam corretamente ao quadril, causando dor e, em casos severos, impossibilidade de locomoção.O diagnostico pode ser feito através de raio-x, em casos severos mais cedo e após 2 anos de idade na maioria dos casos.Existem casos assintomáticos onde o cão não demonstra dores e se locomove perfeitamente. A melhor forma de verificação da doença é a radiografia das articulações coxofemurais, pois mesmo um veterinário ou criador experiente pode se enganar num diagnóstico de "olhômetro". A classificação do grau de displasia é:HD- (grau A) - articulação normal / livre de displasia / isenta de displasiaHD+/- (grau B) - quase normal / próxima do normalHD+ (grau C) - displasia leveHD++ (grau D) - displasia moderadaHD+++ (grau E) - displasia severaInfelizmente, é uma doença poligênica, recessiva e intermitente, que pode saltar uma ou mais gerações. Quanto mais gerações anteriores controladas, menores as chances de nascerem cães displásicos.Fatores que podem desencadear o agravamento do problema, como exercícios demasiados, obesidade, piso escorregadio, suplementação inadequada e endogamia sem planejamento devem ser evitados. O tratamento da displasia é dispendioso e apenas cirurgias solucionam os casos mais graves.

 

MIELOPATIA DEGENERATIVA

É uma doença neurológica degenerativa que afeta cães a partir dos 5 ou 6 anos de idade. Surge como uma ataxia (perda da coordenação dos movimentos) progressiva e paresia (paralisia incompleta, debilidade) dos membros posteriores. Os cães grandes apresentam a doença com maior freqüência que outras raças e sugere uma predisposição genética. Ocorre mais em machos que em fêmeas.Em 1973, a MD foi descrita como uma doença degenerativa neurológica. Atualmente é aceito que seja uma doença auto-imune (reação do organismo contra ele próprio). O ataque imune provoca a destruição das fibras nervosas. De maneira bem simplificada, a desordem imunológica está relacionada a existência de uma proteína inflamatória e a formação de imunocomplexos circulantes que causam danos às células endoteliais dos vasos do sistema nervoso central (SNC), desencadeando todo o processo inflamatório que leva à doença neurológica degenerativa. Alguns autores afirmam ser a MD o correspondente nos cães da esclerose múltipla dos humanos.O diagnóstico dessa doença é muito complicado, pois os sintomas iniciais são muito parecidos com os de outras doenças como hérnia de disco, cauda equina e displasia coxo-femoral, e todos os exames de imagem e laboratoriais não são conclusivos para essa doença. O diagnóstico definitivo só pode ser fechado com laudo histopatológico da medula, após o animal vir a óbito.Não existe tratamento cirúrgico para esta doença e já foi comprovado que o uso de anti-inflamatórios não apresenta resultados positivos. O animal deve ser indicado para a fisioterapia veterinária, afim de retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do animal.Um estudo realizado nos EUA, com 22 animais com suspeita de mielopatia degenerativa demonstrou que a fisioterapia intensiva quadruplicou o tempo de vida dos pacientes, sendo relatado casos de manutenção da qualidade de vida por 14 meses de animais que realizam fisioterapia veterinária intensiva e com o uso da esteira aquática.

 

CARDIOMIOPATIA

A cardiomiopatia é hereditária e está presente na raça desde 1930.Todos os Dobermans do mundo tem cardiomiopatia em sua linha de sangue, algumas mais severamente afetadas, outras moderadamente e outras levemente, mas nenhuma está geneticamente limpa.Não é a única doença do coração, mas é a forma que mais afeta os Dobermans.Muitos criadores preferem ignorar a doença e quando um cão de sua criação morre, não fazem laudo, preferem especular sobre a morte. As "causas" vão desde envenenamento até picada de cobra. Existem alguns exames que os cães podem fazer para o diagnótico da deficiência. Fadiga ao fazer exercícios também é um sintoma, embora nem todos os cães apresentem; o melhor ainda é o eco.

 

HIGROMA / BURSITE

O higroma é um inchaço, um tipo de bolsa, mole, que se forma em determinadas regiões do corpo do cão, como cotovelos ou occipital. Em alguns casos pode ser indolor, porém é incômodo. Ocorre em cães que deitam-se muito em superfícies duras ou tomam pancadas na região.

 

PANOSTEÍTE

Apresenta-se como uma manqueira nos filhotes, de 6 a 12 meses, devido ao crescimento acelerado. É dolorosa e o cão sente dificuldade em se movimentar com naturalidade, contendo seus movimentos. Deve-se evitar treinos e exercícios e usar medicação para cortar a dor sem prejudicar o cão.

 

SÍNDROME DE WOBBLER

É uma má formação dos ossos da coluna na base do pescoço, que afetam o cão.Os sintomas são característicos, podendo atacar paraplegica e/ou tetraplegicamente. Se pressionarmos o ponto da malformação produzirá dor, como também se flexionarmos o pescoço.Com o desenvolver da doença pode-se observar atrofias musculares na região da escápula, fazendo com que o cão se posicione com os cotovelos bem abertos, atrofia dos músculos da coxa, também produzindo efeitos na postura, equilíbrio e propulsão do cão.Aparece geralmente entre 3 e 6 anos de idade e o diagnóstico final é feito por intermédio de raio X.

 

DOENÇA DE VON WILLEBRAND

Trata-se de um distúrbio da coagulação sanguínea devido à deficiência ou anormalidade no fator de coagulação de von Willebrand (FvW).É uma doença hereditária de caráter autossômico recessivo em ambos os sexos.Os sinais clínicos mais comuns são a alteração na coagulação sanguínea: hemorragias em mucosas, sangramentos prolongados em procedimentos cirúrgicos, em erupções dentárias, presença de sangue nas fezes sem motivos aparentes, etc.A doença apresenta várias classificações clínicas com base em sua severidade, sendo:Type 1 vWD - doença tipo 1, onde todas as proteínas do fvW são estruturalmente normais e estão presentes, mas em quantidades pequenas, menores que 50%.Type 2 vWD - tem modelo de herança autossômica e recessiva.Type 3 vWD - desordem autossômica recessiva caracterizada por severa deficiência quantitativa do fvW (menos que 0,1%), onde os cães afetados apresentam severos sinais clínicos. O diagnóstico é feito através do teste de ELISA e diagnóstico genético.Nos casos do tipo 1, os animais afetados estão em risco, mas podem ou não ter quadros severos de sangramento.

 

HIPOTIREOIDISMO

É uma desordem endócrina frequente, caracterizando-se por sinais clínicos cutâneos ou não, associados com deficiência da atividade hormonal. Ocorre mais freqüente em fêmeas.É caracterizado por excesso ou perda de peso, letargia, alopecia, alterações de personalidade, piodermite, termofilia, infertilidade em ambos os sexos, falta de resistência e sofrimento de problemas de pele.Pode ser diagnosticado somente por teste laboratoriais.A disfunção da tiroide pode criar alguns tipos de irregularidade hormonal como ciclos anormais, piometra, falsa gestação, hipogonadismo, ausência de cio, esterilidade em machos, etc.

 

TORÇÃO GÁSTRICA

Os sintomas são inchaço e tensão abdominal, com ou sem náusea ou produção de gás e podem variar desde um ataque de gases severo até morte imediata. Este problema é mais comum em cães de peito profundo e de grande porte do que em cães de pequeno porte.O socorro e consequente tratamento deve ser imediato e é muito provável que seja necessário uma intervenção cirúrgica.É recomendado alguns cuidados para prevenir o cão deste problema, que compreende em fracionar a alimentação do cão e restringir atividades após as refeições.

 

ACNE

É caracterizado por pústulas e furúnculos no queixo, focinho e ocasionalmente no pescoço.A causa é uma infecção bacteriana e usualmente em áreas limitadas, mas deve ser tratado para prevenir a disseminação ou cicatrizes, ou predispor à uma infecção de pele mais séria.

 

FALHA DENTÁRIA

O cão adulto possui 42 dentes, 20 na mandíbula superior e 22 na mandíbula inferior. Sua distribuição constitui a arcada dentária, diferente da dentição, que é o fenômeno da erupção dos dentes nos diversos estágios da vida.Dentadura é o conjunto dos dentes.Mordedura é o que define a forma de oclusão da articulação das arcadas dentárias: tesoura, torquês, prognatismo superior e inferior e, excepcionalmente, tesoura invertida. Prognata é aquele que é portador de prognatismo.O padrão do dobermann não permite falhas dentárias de espécie alguma, porém ocasionalmente elas ocorrem.

 

SUCÇÃO DO FLANCO*

A sucção do flanco é um distúrbio compulsivo (podendo ser agravada por stress), observado exclusivamente em cães da raça Dobermann. Em 2010, pesquisadores estudando 94 dobermans que sugavam o flanco ou seu cobertor durante horas, descobriram que esses cães compartilhavam um gene. Eles também estudaram os pedigrees de todos os cães à procura de padrões complexos de herança genética e identificaram um local no cromossomo canino 7 que contém o gene CDH2 (Caderina 2)*. Estima-se que entre 2,5% e 8% da população humana seja afetada por transtornos obsessivo-compulsivos e a descoberta traz grandes implicações para o estudo dos distúrbios compulsivos em humanos e animais. A caderina também foi recentemente associada ao autismo, tornando a raça de fundamental importância nas pesquisas desse preocupante distúrbio.

 

SARNA DEMODÉCICA

Conhecida também por demodicose ou sarna negra, é causada pela proliferação oportunista do ácaro Demodex canis, resultante de uma deficiência imunológica.Esse ácaro está naturalmente presente e em pequenas quantidades na microbiota da pele de todos os cães, porém a doença só ocorre por sua proliferação desenfreada. O ácaro ataca o folículo piloso causando inflamação, queda de pelagem e leões cutâneas.A transmissão do ácaro dá-se pelo contato, estreito e prolongado, como a amamentação.Até pouco tempo atrás, acreditava-se que a sarna demodécica era hereditária.Hoje em dia sabe-se que o que é hereditário é uma determinada deficiência no sistema imunológico. Essa limitação do sistema imunológico pode levar ao desenvolvimento da doença.Porém existem outros fatores que desencadeiam o quadro de imunossupressão e o consequente aparecimento da sarna, como hipotireoidismo, verminose, leishmaniose, uso prolongado de corticóides, cio, enfim, tudo que possa abaixar a resistência do cão e fazer com que o ácaro se manifeste.

SINAIS CLÍNICOS Falhas e queda de pêlos Aparecimento de pústulas (semelhante a acne inflamada) Vermelhidão Se não for diagnosticado e tratado precocemente, evolui para:Feridas espalhadas, com crostas e pus Grandes falhas de pêlos (alopecia)Manchas escuras na pele Coceira intensa

DEMODICOSE JUVENIL Até 1 ano de idade, a imunidade do filhote é extremamente inconstante. Com isso, o Demodex canis pode se proliferar e causar o que costumamos chamar de demodicose juvenil.É um quadro de sarna demodécica que pode se apresentar na infância e nunca mais se repetir.Ela deve ser diagnosticada, devidamente tratada e o cão deve ficar em observação até ultrapassar a idade adulta, quando então, caso a sarna se apresente novamente, seja diagnosticada como crônica.

DEMODICOSE LOCALIZADA As lesões ocupam áreas reduzidas e descontinuadas, caracterizadas por vermelhidão, queda de pelos, sem coceiras ou infecções.O diagnóstico precoce é sempre importante, para que a doença não se alastre.

DEMODICOSE CRÔNICA/GENERALIZADA É a forma grave da doença, que se manifesta através de leões na pele de forma generalizada, por toda a vida do cão.Apresenta-se como uma dermatite, com coceira, queda de pelagem intensa e consequentes feridas na pele.Na maioria dos casos há a reincidência da doença após algum tempo. Pode-se minimizar os sintomas com tratamento de acordo com a prescrição do veterinário.Nestes casos recomenda-se a castração dos animais afetados.

DIAGNÓSTICO Embora de diagnóstico simples, deve-se observar que por ser um ácaro oportunista, ele aparecerá quando houver algum problema no sistema imunológico do cão, nem sempre tratando-se, portando, da doença.NENHUM veterinário pode diagnosticar a demodécica sem o exame de raspado cutâneo.

TRATAMENTO É imprescindível que um médico veterinário seja consultado.Infelizmente existem alguns veterinários que estudam pouco essa doença e indicam, em casos severos, o sacrifício. Isso não é necessário. Troque de veterinário até encontrar um que entenda de demodécica.Alguns usam homeopatia combinada com a troca da alimentação e, em alguns casos, até antibióticos.Banhos quinzenais e produtos naturais ajudam.Coleiras específicas evitam que a doença volte a se manifestar.

Para saber mais sobre a SD:http://www.doberman.com.br/site/t_demodex.htmlhttp://villechamonix.blogspot.com.br/2010/11/sarna-demodecica-demodicose-sarna-negra.htm

 

http://navarrasdimonaco.blogspot.com.br/2013/10/doencas-e-problemas-de-saude-comuns-na.html

 

Textos e informações retirados dos sites (e aos quais agradecemos)

http://www.phanomen.com.br/

http://www.doberman-jif.com/

http://www.dobermanns.com.br/

https://www.facebook.com/ - grupos de cinofilia

* Informações obtidas através da Dra Ignez Ferreira através do facebook.

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